Gerenciamento de Projetos e Estratégias Organizacionais

Gerenciamento de Projetos e Estratégias Organizacionais

Gerenciamento de Projetos e Estratégias Organizacionais

As estratégias organizacionais e o Gerenciamento de Projetos no mundo em que vivemos.

Não faz muito tempo que parei para pensar sobre o sentido do empreendedorismo e do real papel das organizações nas nossas vidas. Afinal de contas, saímos de um modelo de estado baseado em guerras para um centrado no comércio e nas trocas. De certa forma, também, trocamos o modelo de expansão imperial clássico pelo capitalismo. Pode ser um devaneio e com certeza este foi um processo longo. Não saímos da antiguidade para os dias de hoje em um pulo. A natureza não dá saltos. Todavia, o conflito está na natureza humana e trocamos nossas armas pelo negócio, pela empresa. Competimos no mercado: a guerra é o mercado, ou pelo menos este é nosso teatro operacional. Acredito que, como no passado, ainda vivemos em um modelo misto de guerra e comércio, mas com um peso maior no comércio e nas trocas – talvez o peso inverso do que outrora regeu impérios.

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Se nossa empresa falhar em vender seus produtos, o que acontece conosco? Se nós não formos bons no que fazemos, qual será nosso destino? Quem pagará nosso salário? Os benefícios do sistema capitalista parecem superar os do modelo conquistador imperialista, mas nenhum trabalho deve ser deixado ao acaso. Neste sentido, a estratégia organizacional é vital para todos.  Nós, como gerentes de projetos, somos os generais neste contexto figurado. Vamos, então, falar sobre estratégia e sucesso?

Gerenciamento de projetos e estratégia organizacional

A estratégia organizacional deve orientar e direcionar o gerenciamento de projetos, especialmente quando se considera que projetos existem para apoiar estas estratégias. A identificação do alinhamento ou possíveis conflitos entre estratégias organizacionais e metas dos projetos devem ser comunicadas ao gerente de projetos e cabe a este documentar e identificar tais conflitos o mais cedo possível durante o projeto. Projetos são empreendidos para alcançar resultados de negócios estratégicos e para isto as organizações adotam processos e procedimentos formais de governança organizacional que podem impor restrições aos mesmos.

De toda forma, está cada vez mais claro que projetos não são apenas um conjunto de atividades que precisam ser completadas a tempo. Em vez disso, projetos são processos relacionados ao negócio que precisam atender resultados, envolvendo incerteza e complexidade e devem ser gerenciados de maneira flexível e adaptativa.

Dentro deste contexto, Shenhar e Divr propõem novos critérios para o sucesso em projetos que envolvem pelo menos cinco dimensões ou métricas:

a) eficiência do projeto: cumprir metas de tempo e orçamento.
b) impacto no cliente: cumprir os requisitos e alcançar a satisfação do cliente, os benefícios e a lealdade.
c) impacto na equipe: satisfação, retenção e crescimento pessoal.
d) resultados comerciais: retorno do investimento, participação do mercado e crescimento.
e) preparação para o futuro: novas tecnologias, novos mercados e novas capacidades.

Cada métrica pode ter várias submedidas e pode ser diferente de projeto para projeto em detalhes, intensidade, importância e outros aspectos e, juntas, possibilitaram maior sustentabilidade do valor de negócio e de sua estratégia. Considerando ainda que cada métrica se traduz em um indicador de desempenho, fica confirmada a necessidade absoluta de controle destas dimensões.

Mas e o que é a tal da estratégia?

Falar em estratégia não é muito difícil. Imagine que você é o imperador romando e está tomando algumas decisões. Você chama os senadores para uma conversa e informa-os sobre sua visão: conquistar o ocidente em 20 anos. Os senadores trazem consigo generais e logo a discussão pega fogo, porque todos tem uma ideia diferente de como atingir esta visão. No fim do dia, as decisões começam a aparecer: Roma dominará a europa ocidental em 20 anos a partir da conquista dos territórios do norte, sendo o primeiro passo a invasão das terras de tribos saxônicas.

Hoje estou inspirado, eu sei. Mas seja em Roma ou na Dell, empresas precisam de visão e objetivos que garantam esta visão. Além disso, é preciso desdobrar estes objetivos em metas e delegar estas metas. Se você fosse um general, a invasão do norte seria sua responsabilidade e você enviaria suas tropas para diferentes regiões. Assim também fazem as empresas com seus projetos e respectivos gerentes de projetos. Estamos aqui para garantir que o direcionamento estratégico das organizações sejam colocados em prática. Nosso trabalho deve ser o reflexo da estratégia montada para a empresa onde atuamos e precisamos garantir o sucesso de nossos projetos para que a empresa alcance sua visão. Entendeu? Entra em contato e deixa teu comentário, vamos curtir esta conversa juntos!

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Referências

GUIA PMI/PMBOK. Guide to the Project Management Body of Knowledge, Project Management Institute.
SHENHAR, J. Aaron; DVIR, Dov, Reinventando o Gerenciamento de Projetos, Ed. M Books do Basil, 2010.

Artigo escrito com o apoio e com pesquisas oferecidas por Ananka Araújo, amiga e Especialista em Gerenciamento de Projetos.

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