Princípios do Gerenciamento de Riscos - Site Campus

Princípios do Gerenciamento de Riscos

Princípios do Gerenciamento de Riscos

Os princípios do gerenciamento de riscos em projetos podem ser entendidos de forma muito simples, aliás, qualquer projeto está sujeito a riscos.

Um projeto que se encontra em estado de crise permanente, não está tendo seus riscos geridos corretamente. Incapacidade de gerir riscos é caracterizada pela incapacidade de decidir o que fazer, quando fazer e, se vem sendo feito o suficiente.

Gestão de riscos é uma face da qualidade, pois utiliza técnicas de análise e medição para garantir que os riscos sejam devidamente identificados e classificados.

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Para gerir os riscos, temos que entender o que é um risco. A definição oficial fornecida pelo professor James Garven, da Universidade do Texas em Austin:

A gestão de riscos é o processo sistemático de gestão de exposições de risco de uma organização para atingir os seus objetivos de uma forma consistente com o interesse público, a segurança humana, os fatores ambientais e a lei.

Ele consiste no planejamento, organização, liderança, coordenação e controle das atividades realizadas com a intenção de fornecer um plano de pré-perda eficiente, que minimiza o impacto adverso de riscos em recursos, lucros e fluxos de caixa da organização.

A definição mais útil é aquela dada por Larry Krantz, diretor executivo da Euro Log, no Reino Unido:

Larry diz que “Um risco é uma combinação de restrição e incerteza”. Todos nós enfrentamos restrições em nossos projetos, e também incertezas. Assim, podemos minimizar o risco no projeto, quer através da eliminação de restrições ou pela redução da incerteza.

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Conforme o gráfico acima, toda incerteza contém algum nível de restrição. A linha curva indica o “nível de risco aceitável”, seja ele qual for – tratando cada risco individualmente. O risco pode ser reduzido para um nível aceitável através da redução de um ou ambos – incerteza e/ou restrição.

Na prática, dificilmente temos a oportunidade de reduzir a restrição, de modo que o foco acaba sendo maior na redução da incerteza.

Também é digno de nota que, a partir do diagrama, a total eliminação do risco é raramente alcançada. Então, temos que considerar a forma de gerir esse risco remanescente com eficácia.

Existem duas fases no processo de projeto de Gestão de Riscos: Avaliação de Riscos e Controle de Riscos.

Avaliação de riscos pode se dar a qualquer momento durante o projeto, embora quanto mais cedo melhor. No entanto, o controle de riscos não será eficaz sem uma avaliação dos riscos anterior.

Da mesma forma, a maioria das pessoas tendem a pensar que tendo realizado uma avaliação de riscos, fizeram o tudo o que era necessário. Demasiados projetos gastam uma grande quantidade de esforço na avaliação de riscos e, em seguida, ignoraram completamente o controle de riscos.

Avaliação de Risco tem três elementos:

Identificar Incertezas
Explore todos os planos de projeto a procura de áreas de incerteza.

Analisar Riscos
Especifique como as áreas de incerteza podem afetar o desempenho do projeto, tanto em duração, custo ou requisitos.

Priorizar Riscos
Estabelecer quais desses riscos devem ser eliminados completamente – devido ao elevado potencial impacto, quais devem ser gerenciados com atenção e quais são suficientemente pequenos e não merecem atenção.

Do mesmo modo, controle de riscos tem três elementos:

Mitigar os riscos
Tome as ações possíveis com antecedência, visando reduzir o efeito do risco. É melhor gastar dinheiro com a mitigação do que incluir uma contingência no plano. Melhor ainda eliminar os riscos!

Plano para Emergências
Para todos aqueles riscos que são considerados significativos, ter um plano de emergência para antes que aconteçam.

Medir e controlar
Acompanhe os efeitos dos riscos identificados e gerencie os mesmos visando uma conclusão bem-sucedida.

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