Startups - 5 fatores para uma administração eficiente

Startups – 5 fatores para uma administração eficiente

Startups - 5 fatores para uma administração eficienteStartups demandam uma administração cuidadosa em que o planejamento, a visão estratégica e o conhecimento técnico caminhem de mãos dadas.

Um dos problemas mais frequentemente observados – se não mesmo o mais significativo – respeita à incapacidade de conciliar o caráter inovador do negócio com a gestão, conduzindo ao sucessivo surgimento de obstáculos que impedem o desenvolvimento das startups. Assim, vale a pena refletir sobre cinco fatores que, de forma articulada entre si, demonstram ser imprescindíveis para uma administração eficiente das startups e para o seu sucesso no segmento em que atuam:

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1. A capacidade de discernimento e a dualidade de papéis

Startups - 5 fatores para uma administração eficienteSer empreendedor e ter uma boa capacidade de gestão são duas coisas bastantes distintas: ao ser o idealizador do negócio que pretende desenvolver, o técnico pode não ter a mesma competência no que toca a administrá-lo no contexto do mercado em que se insere. Nesse sentido, torna-se importante refletir sobre a relevância e especificidades de cada papel e, caso se faça necessário, recorrer a um gestor ou a uma entidade de consultoria para que se possam desenvolver estratégias de administração capazes de rentabilizar os recursos e o seu aumento com vista à obtenção de lucro.

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2. Conhecimento: precisa-se

A administração eficiente de uma startup compreende a busca por conhecimento especializado. Atualmente, muitas são as instituições de ensino tradicional e contemporâneo que oferecem soluções de qualidade no que compete ao treinamento de gestores de startups, sendo que a reciclagem por meio do aprendizado contínuo constitui, sem dúvida, um elemento de valor acrescentado para o negócio em causa.

3. Fluxo de caixa, um instrumento poderoso para o sucesso

É indubitável afirmar que o fluxo de caixa é o indicador que melhor mede o estado de saúde da startup. Um controle diário permitirão, em conjunto com uma visão analítica e objetiva, aferir o balanço entre as despesas e as receitas da atividade em causa e direcionar mais eficazmente o rumo do negócio.

4. Assumir o imprevisto como parte do jogo

Nem só de imprevistos financeiros vive o início de uma startup: por muito bem estruturado que o seu plano de negócios possa estar, existem eventos e circunstâncias alheias ao mesmo que, direta ou indiretamente, influenciam o ritmo e orientação do próprio negócio. Assim, a melhor estratégia para conduzir a startup da forma mais eficiente possível é desenvolver o chamado “jogo de cintura”, ou seja, a capacidade de lidar habilmente com circunstâncias adversas de modo a explorar o seu potencial e a agregar valor ao negócio.

5. Apostar na governança colaborativa

Ainda que a estrutura hierárquica da startup siga um modelo vertical, engajar os colaboradores nos processos de tomada de decisão torna-se um veículo determinante na hora de potenciar as chances de sucesso do negócio em desenvolvimento. O seu envolvimento de forma ativa neste domínio é, assim, uma área que deve ser alvo da maior atenção por parte de todos gestores.

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