Gerência de Projetos - Partes Interessadas e Mudanças

Gerência de Projetos – Partes Interessadas e Mudanças

Gerência de Projetos - Partes Interessadas e MudançasGerência de Projetos - Partes Interessadas e Mudanças

Para uma Gerência de Projetos mais efetiva, preste atenção em todas as partes interessadas e que estão participando de alguma forma do projeto.

Tenho gerido projetos de baixa complexidade e alta importância estratégica. Quando digo que um projeto é de baixa complexidade, considero que suas entregas tem “controlabilidade”, elas podem ser geridas sem que eu precise fazer grandes esforços e o projeto em si não apresenta grandes riscos. Por outro lado, são estratégicos porque seus resultados impactam diretamente nos planos da organização onde atuo. Desta forma, o gerenciamento das partes interessadas e das mudanças ficou de lado – por minha responsabilidade – e se tornou necessário conforme os projetos evoluíam.

Não se engane: as partes interessadas precisam de atenção!

Mas por que deixei de lado o gerenciamento das partes interessadas no começo dos projetos? Quando começamos a planejar, os envolvidos eram poucos e podíamos trocar ideias rapidamente – fazendo assim desnecessário um registro de questões das partes interessadas e a posterior gestão das mudanças, oriundas das colocações destas partes, quanto ao planejamento. Quando estes projetos passaram para execução, o número de partes interessadas cresceu muito e foi então que senti que a “controlabilidade” do projeto estava ameaçada.

O primeiro sinal de que eu precisaria implementar um processo de gerenciamento de partes interessadas foi quando pequenos conflitos começaram a surgir no time de gerenciamento do projeto. Se questões ficam sem resolução, vão tomando proporções maiores e maiores até que sejam dirimidas pelos patrocinadores e partes interessadas relevantes. O gerente do projeto não pode ser quem decide tudo. Deve existir um limite para sua capacidade decisória e é aí que o controle integrado de mudanças surge como catalisador para as partes interessadas.

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Não seja impositivo!

Quando um gerente de projetos decide, ele pode acabar sendo impositivo. Criar um comitê para debater questões de partes interessadas é fundamental, pois assim é possível criar um clima de colaboração. Montar um colegiado, um comitê de aprovação para mudanças, também elimina muito da dissonância cognitiva que decisões tomadas de forma arbitrária ou impositiva causam em determinadas pessoas.

Às vezes, não dá para fugir: o gerente de projetos precisa decidir para garantir algumas entregas. Contudo, podendo e existindo tempo hábil, é necessário compartilhar as decisões – principalmente aquelas onde é importante ter questões de partes interessadas relevantes, como patrocinadores, analisadas e levadas em conta. Colaborar é boa prática, ser arbitrário, não. Um gerente de projetos não pode confundir seu ego com sua posição. Gerir projetos não é fazer o que quer, é fazer o que precisa ser feito em nome da organização.

Considere esta dica em seu próximo projeto!

Pense nisso na próxima vez em que for elaborar um plano de projeto: durante a execução, muitas vozes irão surgir. Crie um registro de questões de partes interessadas e estruture um processo de gerenciamento de mudanças que seja colaborativo!

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